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Perguntas Frequêntes

O Projeto Mama realiza outras cirurgias plásticas além das cirurgias da mama?

Sim. Os cirurgiões do Projeto Mama apresentam uma formação completa e estão gabaritados para realizar qualquer procedimento dentro da Cirurgia Plástica, dos mais simples aos mais complexos. Mas o foco do site serão as informações sobre as cirurgias da mama.

Onde está localizado o Projeto Mama?

Rua Rua Helena, nº 280 cj 806. Vila Olímpia. São Paulo (SP). Brasil
CEP 04552-050
TEL: (11) 3791-7702

Quais são as orientações no pré-operatório (antes da cirurgia) e no pós-operatório (após a cirurgia)?

Cada cirurgia tem as suas particularidades e orientações próprias, assim como cada paciente possui as suas características individuais. Assim, as orientações mudam para cada paciente e conforme o tipo de cirurgia. Toda paciente do Projeto Mama receberá uma ficha contendo as orientações completas e futuramente disponibilizaremos as diretrizes básicas em nosso site.

Qual o preço das consultas?

Para saber mais sobre horários de atendimento e preços de consultas e procedimentos, você pode entrar em contato conosco através do formulário de contato eletrônico ou através do telefone (11) 3791-7702. Ficaremos muito felizes em responder às suas perguntas.

Há algum modo de evitar cicatrizes? Qual será o tamanho das cicatrizes? E a sua localização?

A resposta para a primeira pergunta é: não. Toda incisão que ultrapasse a camada mais profunda da pele (derme), o que ocorre em todas as cirurgias descritas neste site, resulta em cicatriz. A localização e extensão das cicatrizes dependem do tipo de cirurgia proposta. Converse com nossa equipe para saber sobre as cicatrizes resultantes de cada procedimento. Embora ainda não exista um método para eliminar as cicatrizes, a qualidade destas pode ser otimizada com técnica cirúrgica adequada e elas podem ser atenuadas com alguns cuidados no pós-operatório, sobre os quais falaremos no momento oportuno.

Existe uma idade mínima e uma idade máxima para ser submetida a uma cirurgia estética das mamas?

Idealmente as pacientes deveriam se submeter a cirurgias estéticas da mama apenas após a maioridade legal (18 anos). Assim, as mulheres não apenas estariam mais bem preparadas do ponto de vista psicológico, como as mamas também teriam atingido o seu desenvolvimento pleno. Sabemos que as mamas podem passar por grandes alterações de forma e volume durante a adolescência. Uma mama operada nessa idade poderia mudar até os 18 a 20 anos de idade (alterações inerentes ao desenvolvimento de cada mulher) a ponto de a paciente se tornar descontente com o resultado estético. Logicamente, algumas alterações podem justificar uma plástica mamária em menores de idade, desde que a paciente seja devidamente avaliada por um mastologista. Como exemplo, podemos citar o caso de adolescentes que apresentam mamas muito grandes e que prejudicam a prática de exercícios físicos e o seu convívio social. Nestes casos, uma mamoplastia redutora pode estar devidamente indicada.

Quanto tempo após o parto a mulher deve esperar para ser submetida a uma cirurgia estética?

Idealmente, a paciente deve esperar, pelo menos, 6 meses após o parto e 3 meses após o término da amamentação para ser submetida a uma cirurgia estética da mama.

Durante a gestação, o corpo feminino passa por uma série de transformações, inclusive das mamas. Ocorre uma embebição dos tecidos mamários (aumento do conteúdo líquido externo aos vasos sanguíneos), o que resulta em maior elasticidade e flacidez. Após o parto, ocorre uma involução dessa condição, porém as mamas podem permanecer mais flácidas quando comparadas ao período pré-gestacional.

Durante o período de amamentação, também ocorrem modificações de volume e de constituição da mama que podem prejudicar uma cirurgia estética. Salientamos que a amamentação é uma das ações mais importantes que uma mãe pode fazer pelo seu filho e, ao contrário do que acreditam algumas pessoas, a decisão de não amamentar não irá reduzir a flacidez das mamas. Em outras palavras, uma mulher não deve deixar de amamentar porque acredita que seus seios ficarão menos “caídos”.

Estima-se que, 6 meses após o parto, o corpo da paciente já retornou a um estado que permita a realização de uma cirurgia estética com maior precisão e segurança. Além disso, é importante lembrar que o pós-operatório de qualquer cirurgia demanda uma série de cuidados que poderiam dificultar, mesmo que por alguns dias, a atenção que um bebê de poucos meses de idade precisa receber de sua mãe. Quando se trata de Câncer de mama, muitas vezes não é possível aguardar o término da gestação para realizar a mastectomia e a mulher pode ser operada antes do parto, com todo o cuidado possível para garantir o bem estar da criança e a manutenção do tempo adequado de gestação.

Posso apresentar alteração de sensibilidade nas mamas após as cirurgias estéticas ou reparadoras?

Sim, é uma consequência possível. A sensibilidade da mama, incluindo a da aréola e a do mamilo, depende de nervos sensitivos que emergem principalmente dos músculos que ficam sob a mama, atravessando-a e chegando até a pele para garantir a inervação. Nos procedimentos cirúrgicos da mama, é inevitável que parte desses nervos seja seccionada e a sensibilidade de algumas áreas seja afetada. Porém, com adequado conhecimento da anatomia da mama e com técnica cirúrgica adequada, é possível preservar um número razoável de nervos sensitivos. As cirurgias plásticas não devem objetivar apenas a melhora da forma, mas precisam preservar o máximo de função (sensibilidade e inervação). É necessário lembrar que os nervos seccionados podem se regenerar, crescer e inervar novamente a pele da mama, porém não há como garantir que a sensibilidade perdida retorne por completo.

Uma Mamoplastia pode reduzir a capacidade de amamentação no pós-operatório?

A maior parte das técnicas de mamoplastia tem o potencial de reduzir a capacidade de amamentação, seja por secção dos ductos lactíferos (tubos que levam o leite produzido na glândula mamária até os mamilos), por lesão da área produtora de leite ou por atrofia da glândula mamária. Isso não significa que uma mulher que passou por uma mamoplastia será incapaz de amamentar. Converse com o seu cirurgião sobre a técnica de mamoplastia que será usada e qual a chance de redução da capacidade de amamentação.

Qual o tipo de anestesia utilizada para as cirurgias?

Primeiramente é preciso deixar claro que o tipo de anestesia é decidido em conjunto com o anestesiologista, que é o profissional médico que cuida da saúde da paciente enquanto esta é operada pelo cirurgião. Para a grande maioria das cirurgias, optamos pela anestesia geral. Em cirurgias menores, como, por exemplo, a última etapa da reconstrução de mama (reconstrução da aréola e do mamilo), podemos optar pela anestesia local associada a uma sedação.

Os planos de saúde privados cobrem algum tipo de cirurgia?

Os planos privados devem cobrir todas as etapas da Reconstrução Mamária. Os casos puramente estéticos, como o de uma mulher que deseja colocar próteses de silicone apenas porque suas mamas são pequenas e não apresentam nenhuma patologia, via de regra, não são cobertos. Em algumas situações, é difícil definir que a cirurgia tenha apenas um fim estético. Como exemplo, podemos citar os casos em que a paciente tenha mamas excessivamente grandes a ponto de prejudicar a sua qualidade de vida e que deseja uma mamoplastia redutora. Esses casos devem ser discutidos individualmente com cada plano de saúde para verificar a possibilidade de cobertura.

Quais são as perguntas que toda paciente deve fazer ao seu cirurgião plástico?

Primeiramente, a paciente deve ter certeza de que o profissional que vai realizar a cirurgia de fato é um cirurgião plástico. Além dos 6 anos de graduação (faculdade de medicina), para se tornar um cirurgião plástico, é preciso cumprir 2 anos de residência em cirurgia geral, 3 anos de residência em cirurgia plástica e ser aprovado na prova do título de especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (http://www.cirurgiaplastica.org.br/). Em São Paulo, o site do Conselho Regional de Medicina – CREMESP (http://www.cremesp.org.br/) permite que as pacientes saibam qual a especialidade de cada médico registrado.

As pacientes também devem procurar saber quais as vantagens e desvantagens de cada procedimento e quais as potenciais complicações de cada cirurgia. Infelizmente, não existem cirurgias sem riscos e o cirurgião deve ser honesto ao explicar esses temas para as suas pacientes.